Professora petista é detida após chamar eleitor de Bolsonaro de “preto e pobre”

Gilmara Craveiro dos Santos, denunciada por injúria racial, foi detida, pagou fiança e liberada na madrugada do

 23 de outubro de 2018 | 12h32
Por Rafael Rizzo

Gilmara Craveiro dos Santos, denunciada por injúria racial, foi detida, pagou fiança e liberada na madrugada do domingo (21) em Sobral, no Ceará. De acordo com a Polícia Regional de Sobral, a professora se envolveu em uma discussão política em um restaurante e disse que Policarpo Rodrigues era “preto, pobre e não sabia votar”.

A discussão começou após Policarpo declarar voto para presidente em Jair Bolsonaro (PSL). Um vídeo com parte da discussão foi publicado nas redes sociais onde é possível ver a professora afirmando: “Ela [professora] virou e falou para ele: ‘você vota no Haddad porque é preto e pobre”.

Gilmara foi autuada por injúria racial e detida, mas pagou a fiança de mil reais e foi liberada. Ela não quis gravar entrevistas para a Rede Jangadeiro FM. A informação é da Tribuna do Ceará.

Até agora, Quebrando o Tabu e Catraca Livre não se pronunciaram sobre o caso. Jornalistas também ainda não cobraram Haddad sobre esse racismo assim como cobraram Bolsonaro sobre as supostas agressões feitas sob seu nome.

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