Polícia trabalha com hipótese de falha mecânica na queda do avião que matou empresário de grupo investigado na Lava Jato

A Polícia Civil de Minas Gerais está finalizando a perícia para identificar a queda do avião de

 26 de novembro de 2018 | 20h03
Por Francine Galbier

A Polícia Civil de Minas Gerais está finalizando a perícia para identificar a queda do avião de pequeno porte que deixou quatro mortos na zona rural de Jequitaí, norte de Minas Gerais. A hipótese é que houve uma falha mecânica no momento em que o avião se aproximava da pista de voo da fazenda do empresário Adolfo Geo, dono da aeronave. Adolfo, a esposa Margarida, o piloto Marco Aurélio e o co-piloto Oliver faleceram na queda.

O delegado Diego Casemiro da Silva, responsável pelo caso, disse que as investigações foram encerradas por volta das 16h30. “Estamos trabalhando com hipótese de falha mecânica do avião no momento da aproximação do aeroporto da fazenda. Tudo indica que o piloto tentou arremeter, mas acabou caindo.” Casemiro afirmou que os técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos irão detalhar o fato. A previsão é que as investigações se iniciem até terça-feira, 27, pela manhã.

Adolfo Geo era sócio do grupo brasileiro ARG, investigado pela Lava Jato em São Paulo em uma denúncia  de lavagem de dinheiro envolvendo o ex-presidente Lula. Lula teria recebido 1 milhão de reais do controlador do grupo, Rodolfo Geo, filho de Adolfo e Margarida.

As informações são do G1.