O voto dos presidenciáveis

Alguns  candidatos à Presidência já foram votar e conversaram com a imprensa sobre suas expectativas. Haddad O

 7 de outubro de 2018 | 13h44
Por Francine Galbier

Alguns  candidatos à Presidência já foram votar e conversaram com a imprensa sobre suas expectativas.

Haddad

O candidato do PT votou no Brazilian Internacional School, localizado em Moema, zona sul de São Paulo. “Ele [Bolsonaro] tem muita dificuldade de debater. Teria muita dificuldade em debater no segundo turno. Não tem equipe, não tem projeto”, disse sobre o potencial concorrente no segundo turno, Jair Bolsonaro.

Marina

Candidata da Rede, Marina Silva votou no Instituto de Colonização e Reforma Agrária em Rio Branco, Acre. “Fizemos uma campanha limpa, com propostas e sem agressão e é por isso que estamos credenciados a ganhar essas eleições”, disse.

Chuchu

Após votar em uma escola de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin declarou que “hoje é um grande dia, o dia maior da democracia. Não há poder legítimo que não seja através da liberdade e da democracia”. E afirmou que a expectativa “é muito boa”.

Coronel Ciro Gomes

Ciro Gomes, PDT, foi votar na sede da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, acompanhado da neta Maria Clara. “Os arrogantes e despreparados sempre se revelam nas horas de maior emoção, e quando uma pessoa já no dia da eleição se afirma vitoriosa, é porque dispensa o voto das pessoas”, disse alfinetando Bolsonaro.

“Eu quero o voto e peço com humildade de cada brasileiro e de cada brasileira para ter uma chance de representar os brasileiros decentes, equilibrados, os brasileiros que detestam a intolerância, que detestam a falta de respeito às mulheres, aos negros, ao quilombolas, os indígenas, ao meio ambiente, e eu quero, portanto, unir o Brasil”, disse o cara que grita com mulher, que diminui a própria esposa a uma “acompanhante”, estapeia imprensa, manda prender jornalista, xinga manifestantes, quer soltar um bandido e chama um jovem negro de “capitãozinho do mato”.

Bolsonaro

“Acaba hoje”, disse o candidato do PSL sobre a possibilidade de vencer no primeiro turno. Ele votou na Escola Municipal Rosa da Fonseca, localizada na Vila Militar, Rio de Janeiro. Acompanhado de seu filho Flávio, disse sobre o atentado que quase tirou sua vida: “A gente pensa que é imortal, mas somos mortais. Foram 23 dias fora de combate. Mas descobri que tem muita gente que gosta de mim”.