Em resposta ao ministro Luís Roberto Barroso, do TSE, a rede social Twitter declarou que nem o presidente eleito Jair Bolsonaro, nem o PSL, pagaram pelo impulsionamento virtual de conteúdo na plataforma.

A empresa disse que não permite impulsionamento de conteúdo eleitoral, mas que mesmo assim realizou um estudo interno e constatou que nenhuma das contas contou com patrocínio de conteúdo.

Sobre outros perfis que possam ter ajudado a campanha de Jair, o Twitter disse que não tem como verificar a não ser que mandem cada URL dos supostos envolvidos em um esquema de impulsionamento de conteúdo.

Barroso, que é relator das prestações de conta da campanha do Bolsonaro no TSE, pediu também que Facebook, Google, Instagram e Whatsapp informem detalhes que possam esclarecer se houve ou não contratação de disparos de conteúdo.

As empresas têm de responder ainda essa semana sobre o caso.

A informação é da Folha.

Brazil’s President-elect Jair Bolsonaro attends a joint news conference with Brazil’s President Michel Temer (not pictured) at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil November 7, 2018. REUTERS/Adriano Machado

o/ Rafael Rizzo

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